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‘Rei da fronteira’, Fahd Jamil agora responde também por morte de policial civil e servidor pistoleiro

Empresário Fahd Jamil continua preso em Campo Grande — Foto: TV Morena/Reprodução

Conhecido como ‘rei da fronteira’, o empresário Fahd Jamil agora é réu pela morte do policial civil Anderson Celin Gonçalves da Silva e do servidor estadual apontado como pistoleiro, Alberto Aparecido Roberto Nogueira, o Betão, em 21 de abril de 2016, em Bela Vista.

A denúncia do Ministério Público Estadual (MPE) que acusa Fhad de ser o mandante das mortes foi aceita pela comarca de Bela Vista, mas o pedido de prisão preventiva foi negado. Ele está preso desde 19 de abril, em Campo Grande, onde se entregou, por outros crimes.

O advogado de Fahd, André Borges, explicou que “não era mesmo caso de nova prisão” e que o réu “continua a inteira disposição da Justiça sul-mato-grossense, a sempre qual confiou”. Ele disse ainda que confia na inocência do cliente. “No final, será obtida sua absolvição”.

Além de Fahd, outras duas pessoas são acusadas pela morte de Betão e do policial, que foram encontrados carbonizados em uma caminhonete. Um suposto quarto envolvido já morreu.

Para a acusação, Fahd mandou matar Betão e o policial para vingar a morte do filho Daniel Georges.

Outras acusações

O empresário Fhad Jamil e seu filho, Flávio Correia Jamil Georges, são acusados pelo Ministério Público Estadual (MP-MS) de integrarem organização criminosa que atuava em Ponta Porã e tinha parceria com o grupo criminoso que seria comandado pelos também empresários Jamil Name e Jamil Name Filho, em Campo Grande.

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